terça-feira, 5 de abril de 2016
segunda-feira, 4 de abril de 2016
Moro constrói caminho contra Estado de Direito, dizem juristas.
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Juristas e representantes da esquerda criticaram nesta quinta (17) na Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo, em São Paulo, a condução das investigações da Operação Lava Jato, o juiz Sergio Moro e o que afirmam ser a "pavimentação de um caminho para o fim do Estado democrático de Direito" no Brasil.
Centenas de pessoas lotaram o Salão Nobre da faculdade, onde em alguns momentos gritavam "Moro na cadeia" em meio às críticas de advogados contra o juiz federal de Curitiba.
A mídia também foi um dos principais alvos do ato chamado "Manifesto pela Legalidade e pela Democracia", que criticou a "espetacularização do processo penal promovida pelos meios de comunicação".
O professor de direito penal da Universidade de São Paulo Sérgio Salomão Schecaira afirmou que Moro deveria "ser preso" pela quebra do sigilo telefônico do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e que o juiz federal faz "uso seletivo", na mídia, das informações da Lava Jato para reforçar "um golpe que está em curso".
Para Marcelo Semer, da Associação Juízes para a Democracia, "há um estado policial que está desalojando o Estado democrático de Direito no país". Ele criticou o que chamou de "novas formas de prisão", com o uso de prisões preventivas para obter delações premiadas de suspeitos de crimes.
Disse ainda que "há conversas que estão sendo publicizadas por motivos políticos". "Nós não deveríamos estar ouvindo essas conversas. E desta vez não é preciso apurar quem as vazou", disse, em referência ao juiz Moro.
Em sua fala, o jurista Fábio Konder Comparato também acusou a mídia de estar favorecendo o atual clima contra o Estado democrático de Direito no país, repetindo o que já havia dito na quarta-feira (16) em evento de desagravo ao PT realizado na PUC-SP.
Além de lotarem o principal salão da faculdade, dezenas de manifestantes se concentraram no lado de fora, no Largo São Francisco, em apoio ao PT, à presidente Dilma Rousseff e ao ex-presidente Lula.
domingo, 3 de abril de 2016
Documentos indicam grampo ilegal e abusos de Moro na origem da Lava Jato.
Nas Últimas Semanas, a Operação Lava Jato levantou polêmica Ao Divulgar Conversas Entre o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ea Atual presidente Dilma Rousseff (PT). Os questionamentos Sobre a Legalidade da Investigação, EntreTanto, surgem desde SUA Origem, há Quase dez ano. Documentos obtidos cabelo UOL apontam indícios da existencia de Uma prova ilegal não EMBRIAO da Operação, Manobras parágrafo Manter uma Competência na 13ª Vara Federal de Curitiba, faça juiz Sergio Moro, e Até pressao Sobre prisioneiros.
ESSES Fatos São Alvo de Uma Reclamação constitucional, movida Pela Defesa de Paulo Okamotto, presidente do Instituto Lula, nenhum STF (Supremo Tribunal Federal). A Ação Pede Que como Investigações da Lava Jato Que AINDA NÃO resultaram em Denúncias Sejam retiradas de Moro e encaminhadas AOS Juízos competentes, em São Paulo e No STF PRÓPRIO. Para ler a íntegra do Documento, here camarilha .
Como presidente do Instituto Lula, Okamatto also foi Alvo da 24ª fase da Operação . He foi Ouvido Pela Força-Tarefa Para tentar esclarecer Como o instituto ea LILS Palestras receberam R $ 30 Milhões de empreiteiras envolvidas no Esquema de Corrupção da Petrobras. Parte do Dinheiro foi transferido do Instituto Lula para Empresas de Filhos do ex-presidente, Segundo a Investigação.
A reportagem ouviu nove Profissionais do Direito, dentre advogados sem Relação com o Caso e Especialistas de Renome em Processo penal, ea enguias submeteu uma Reclamação constitucional e Os Documentos obtidos. Os Juristas afirmam Que a Operação Lava Jato, JA há Algum ritmo, deveria ter SIDO Retirada da 13ª Vara Federal de Curitiba, Além de ter SIDO palco de abusos de Legalidade.
O portal also questionou o juiz Sergio Moro Sobre o ASSUNTO, mas o magistrado preferiu Não Se pronunciar (leia mais Ao final de reportagem Desta).
Veja OS principais Pontos questionados:
Origem em Grampo ilegal
A Lava Jato foi deflagrada em 2014, mas como Investigações Já aconteciam desde 2006, Quando foi instaurado hum Procedimento penal parágrafo Investigar Relações Entre o ex-Deputado José Janene (PP), JA falecido, EO doleiro Alberto Youssef, Peca Central Nenhuma escandalo da Petrobras . EntreTanto, um documento de 2009 da Própria PF (Polícia Federal), obtido cabelo UOL , Afirma Que o elo Entre Youssef e Janene ea Investigação surgiram de hum Grampo Aparentemente ilegal.
Leia mais em: http://zip.net/bys6y2
sexta-feira, 1 de abril de 2016
"Cunha é o bandido que mais gosto", diz Roberto Jefferson.
Condenado a sete anos e 14 dias de prisão no processo do mensalão, o ex-deputado Roberto Jefferson obteve perdão da pena no último dia 22 e se prepara para reassumir, em 14 de abril, a presidência do PTB, atualmente ocupada por sua filha, a deputada Cristiane Brasil. Quer voltar ao comando partidário ainda durante o processo do impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT), do qual é favorável.
Em entrevista ao jornal "O Estado de S. Paulo", Jefferson, 62, afirma que Eduardo Cunha (PMDB-RJ), o presidente da Câmara, é o "bandido" que ele diz gostar mais, pois "foi o adversário mais à altura do Lula", que "nunca esperou encontrar um bandido da mesma qualidade moral, intelectual que ele".
Jefferson manifestou ainda sua "preocupação" com a prisão da mulher e filha de Cunha. "São mulheres bonitas, cheirosas", que vão ser assediadas por companheiras de cela, "vão apanhar na cara".
Questionado se tinha conhecimento das irregularidades na Petrobras quando ainda atuava no Congresso, o ex-deputado disse que não sabia dos detalhes. A estatal, segundo ele, "sempre foi a empresa elite dos partidos mais poderosos".
"A estatal é a semente da corrupção no Brasil. Partidos disputam cargos nas estatais para seu financiamento. O que vão assaltar nos seis meses enquanto durar o processo de impeachment é uma loucura. Vai todo mundo querer fazer caixa, porque ela (Dilma) cai em seis meses", afirmou.
Jefferson disse que o PTB, por ser muito pequeno, nunca pleiteou alguma diretoria ou gerência importante na Petrobras. "O PTB teve a presidência da Eletronorte, a diretoria do IRB (Instituto de Resseguros do Brasil) e aquela diretoria dos Correios".
O ex-deputado disse acreditar que Lula será condenado no âmbito da operação Lava Jato. "Penso que Lula não vai escapar. O mensalão parou na antessala dele, na Casa Civil. Mas o petrolão entrou dentro do Palácio (do Planalto). Ou esse (Marcelo) Odebrecht fala ou vai levar 30 anos na cadeia", afirmou.
"Marcos Valério levou uma martelada de 40 anos. O processo do petrolão é diferente do mensalão. O mensalão surgiu do embate político, da denúncia que fiz. No petrolão não tem nem voz da oposição. A oposição está em silêncio porque muito dos seus estão comprometidos, tem muita gente da oposição enroscada nas empreiteiras", disse. As informações são do jornal "O Estado de S. Paulo".
Outro lado
A assessoria do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), informou que o deputado não comentaria as declarações do ex-deputado Roberto Jefferson (PTB). Procurada para falar sobre as acusações de Jefferson contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva em entrevista ao jornal "O Estado de S.Paulo", a assessoria do Instituto Lula respondeu apenas que não iria "comentar as opções jornalísticas e políticas do jornal 'O Estado de S. Paulo'".
A defesa do ex-diretor de Furnas Dimas Toledo não respondeu à mensagem enviada pelo jornal "O Estado de S.Paulo". Em reportagem publicada sobre as denúncias de corrupção na estatal, em fevereiro passado, os advogados de Toledo disseram que "não são verdadeiras" as afirmações de Jefferson. A defesa sustentou que Toledo foi funcionário de carreira da estatal, sem qualquer vínculo com a política, e não tinha conhecimento de qualquer esquema de corrupção na empresa. Disse ainda que todas as explicações já foram dadas pelo ex-diretor de Furnas à Polícia Federal.
A defesa do ex-ministro José Dirceu não respondeu aos contados feitos pelo jornal "O Estado de S.Paulo". O Palácio do Planalto informou que não comentaria as declarações do ex-deputado.
Leia mais em: http://zip.net/bws5j6
Dom Odilo Scherer é agredido durante missa na Catedral da Sé
O cardeal arcebispo de São Paulo,
Odílo Scherer, foi atacado durante uma missa na Catedral da Sé, na manhã de
quarta (23), por uma mulher que o acusou de ser um comunista infiltrado na
Igreja Católica. Aos gritos ela dizia: “Você e a CNBB [Conferência Nacional dos
Bispos do Brasil] são comunistas infiltrados; não podem fazer isso com a minha
Igreja’’”. Depois avançou sobre ele, arrancou sua mitra, derrubando-o no chão e
arranhando seu rosto. As informações são de Laura Capriglione e Mauro Lopes,
dos Jornalistas Livres.
Odílo levantou-se com a ajuda de
outras pessoas e seguiu caminhando e abençoando os presentes na catedral.
A agressora apresentava evidentes
sinais de transtornos emocionais. Ela também reclamou de que a Igreja Católica
tratava demais de reformas agrárias e política ao invés de reformar a própria
instituição.
Odílo Scherer, apesar de já ter
sido criticado por pessoas que enxergam comunistas em Sucrilhos, não pertence à
Teologia da Libertação. Essa corrente da Igreja Católica interpreta o evangelho
no sentido da libertação da injustiça e da desigualdade social, prega a opção
pelos pobres e conta com inspiração marxista.
Poderíamos alegar que a mulher
que atacou o cardeal, transtornada, nem sabia o significado do que falava.
Poderíamos. Mas, infelizmente, esse tipo de ataque se tornou rotina. E o
conteúdo do que ela falou tem sido repetido à exaustão nas ruas, nas redes
sociais, nos veículos de comunicação.
Quem plantou esse discurso em sua
cabeça? E quem plantou a ideia de que alguém que defende o comunismo é
demoníaco e merece apanhar?
Todos que ajudaram a inflar a
estúpida, ignorante, irresponsável e vazia suposição de que o país vive, há
anos, um “golpe comunista’’, ou se omitiram diante disso, têm uma parcela de
culpa no show de horrores, de vergonha alheia e de violência que vamos começar
a presenciar com frequência por aqui”. O governo brasileiro não é comunista e,
infelizmente, nem de esquerda – apesar de querer se auto intitular como tal,
talvez para recolher apoio de parte da sociedade que acreditou em suas
promessas de campanha.
O pior é que os insufladores nem
precisam ir a público cometer agressões contra quem usa a cor vermelha em
roupas, bicicletas ou bolsas. Da mesma forma que não é a mão de religiosos,
blogueiros ou deputados que seguram a faca, o revólver ou a lâmpada
fluorescente que atacam gays e lésbicas. Mas são eles que, muitas vezes, na
busca por audiência ou para encaixar um fato em sua visão de mundo, tornam a
agressão banal, quase uma necessidade para restabelecer a ordem das coisas. Uma
ação divina que será cumprida pelas “pessoas de bem’’”.
Por isso, quero deixar os meus
parabéns.
Parabém a você, irresponsável,
que veicula ignorância e estupidez pelas redes sociais. Que divulga informações
equivocadas, muitas delas com potencial para gerar violência – física ou
simbólica. Que desinforma com o objetivo de criar um exército de zumbis.
Parabéns aos veículos de
comunicação que insuflam o Fla-Flu político sem se preocupar que muitos de seus
consumidores não foram formados para serem leitores, ouvintes e
telespectadores. E acreditando em tudo o que recebem, sem senso crítico ou
filtragem considerando a linha editorial, pensam que estão sendo municiados
para uma guerra.
Parabéns também aos outros tantos
que sabem que tudo isso acontece, mas preferem ficar dentro de sua bolha na
rede social, achando que o mundo lá fora é a barbárie e tudo o que você precisa
está no seu bar, no seu clube ou nos seus grupos de amigos praianos. Pois a
ignorância coletiva precisa, para se reproduzir, do silêncio dos que têm
consciência, mas não falam.
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